Guedes Advocacia https://guedesadvocacia.com.br O Escritório Guedes Advocacia conta com a experiência de mais de três décadas no mercado. Profissionalismo, tradição e experiência são características do nosso escritório. Thu, 20 Feb 2025 18:29:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://guedesadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-Favicon-32x32.webp Guedes Advocacia https://guedesadvocacia.com.br 32 32 Cláusulas de Put Option e Call Option: entenda como funcionam https://guedesadvocacia.com.br/clausulas-de-put-option-e-call-option-entenda-como-funcionam/ Thu, 20 Feb 2025 18:29:08 +0000 https://guedesadvocacia.com.br/?p=5427 As cláusulas de Put Option e Call Option se aplicam às chamadas Deadlock Provisions, conjunto de mecanismos que buscam resolver problemas societários sem recorrer ao judiciário.

A cláusula de Put Option obriga um sócio a adquirir a participação de outros sócios, por um preço predefinido.

Já a cláusula de Call Option age de forma contrária, obrigando um sócio a vender suas ações ou quotas para os demais.

Elas podem ser utilizadas quando os participantes da sociedade não chegarem a um acordo sobre as ações da Startup, ou para proteção de um investidor.

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Como funciona a alienação fiduciária? https://guedesadvocacia.com.br/como-funciona-a-alienacao-fiduciaria/ Thu, 20 Feb 2025 18:26:16 +0000 https://guedesadvocacia.com.br/?p=5423  A alienação fiduciária envolve a transferência da propriedade de um imóvel do devedor para o credor como forma de garantia.

Ou seja, ao financiar o imóvel, esse é de propriedade da instituição, até que o pagamento seja finalizado. Ainda assim, o credor pode usufruir do imóvel.

Regulamentado pela Lei n. 9.514/1997, esse processo tem como base a segurança jurídica do credor. Em caso de inadimplência, o imóvel é leiloado.

Ao final do pagamento, é dado o procedimento de baixa da alienação, e o imóvel passa a ser de propriedade permanente do indivíduo.

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Saiba quais serviços estão regulados pela Lei dos Criptoativos https://guedesadvocacia.com.br/saiba-quais-servicos-estao-regulados-pela-lei-dos-criptoativos/ Thu, 20 Feb 2025 13:22:08 +0000 https://guedesadvocacia.com.br/?p=5414 Você sabe quais são os serviços que estão regulados pela Lei dos Criptoativos?

A Lei conhecida como Marco Regulatório das Criptomoedas no Brasil, regula toda e qualquer movimentação que envolva os ativos digitais, sendo então serviços como custódia, negociação, e liquidação de criptoativos, essas e outras atividades precisam seguir as regulamentações da Lei n.º 14.478/2022 (Art. 3º).

Desta forma, as empresas devem se registrar e operar conforme as normas para não haver implicações legais em seu funcionamento, além de que ao seguir a lei também é uma forma de proteger-se contra golpes e outros tipos de fraudes.

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Diferenças entre responsabilidade tributária por substituição e por transferência https://guedesadvocacia.com.br/diferencas-entre-responsabilidade-tributaria-por-substituicao-e-por-transferencia/ Thu, 20 Feb 2025 13:16:28 +0000 https://guedesadvocacia.com.br/?p=5411 Você sabe qual é a diferença entre responsabilidade tributária por substituição e por transferência?

A responsabilidade tributária por substituição e por transferência são conceitos relacionados à forma como os tributos são recolhidos.

Na responsabilidade por substituição tem se o substituto para frente e o substituto para trás. O art. 128 do Código Tributário Nacional e o art. 150, §7º, da Constituição Federal CF cuidam da substituição tributária. Aqui, a obrigação principal surge com o próprio responsável.

Na responsabilidade por transferência, vamos ter a visão do código nos artigos art. 129 ao art. 138 do Código Tributário Nacional, em razão da sucessão, os casos de sucessão imobiliária, causa mortis, por aquisição ou remissão de bens, dentre outros. Aqui, a obrigação principal surge com o contribuinte, mas é transferida ao responsável tributário.

De todo o modo, a responsabilidade por substituição pode vir somente de modo expresso em lei e que indique uma terceira pessoa vinculada de alguma forma ao fato gerador.

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Quais impostos incidem sobre renda e lucro de uma empresa? https://guedesadvocacia.com.br/quais-impostos-incidem-sobre-renda-e-lucro-de-uma-empresa/ Wed, 02 Oct 2024 13:10:19 +0000 https://fillstarter.com.br/guedes/?p=5290 Você sabia que empresas precisam pagar impostos específicos sobre sua renda e lucro? Essa é a dúvida de muitos empresários quando estão no processo de constituição de uma empresa.

O IRPJ e a CSLL são fundamentais para o correto funcionamento fiscal. Aprenda a importância desses tributos e como eles impactam o seu negócio!

IMPOSTOS SOBRE RENDA E LUCRO

IRPJ: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Esse é um imposto federal que todas as empresas com CNPJ ativo devem pagar, com base em seu regime tributário.

CSLL: Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido. Essa é uma contribuição federal que, como o nome diz, incide sobre o lucro líquido das empresas, conforme seu regime de tributação, e é paga trimestralmente.

E, afinal, quais são os elementos para configurar a realização da renda?

Mensurabilidade: fatos/eventos passíveis de mensuração monetária e comprovação do valor econômico;

Liquidez: o tributo recolhido deve ter suporte na capacidade contributiva gerada pelo evento gravado;

Certeza: exige-se alto grau de definitividade para a renda ser tributada.

Texto escrito por: Franchesco Maraschin de Freitas – Advogado OAB/RS 89.738

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Contratos eletrônicos e a legislação brasileira https://guedesadvocacia.com.br/contratos-eletronicos-e-a-legislacao-brasileira/ Mon, 23 Sep 2024 19:51:03 +0000 https://fillstarter.com.br/guedes/?p=5251 No mundo digital em que vivemos, os contratos eletrônicos tornaram-se uma ferramenta indispensável para a eficiência e agilidade nas transações comerciais. No Brasil, a legislação tem evoluído para acompanhar as inovações tecnológicas, garantindo a segurança jurídica necessária para a validade e eficácia desses contratos.

A base legal para a regulamentação dos contratos eletrônicos no Brasil encontra-se, principalmente, no Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e na Medida Provisória nº 2.200-2/2001, que instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Juntas, essas normas estabelecem os fundamentos para a validade jurídica dos documentos eletrônicos e a aplicação de assinaturas digitais certificadas.

Um dos principais aspectos a considerar sobre os contratos eletrônicos é a equivalência com os contratos tradicionais em papel. Segundo a legislação brasileira, não há distinção na validade entre um contrato assinado digitalmente e um assinado manualmente, desde que o contrato eletrônico atenda a certos requisitos de autenticidade, integridade e, quando necessário, confidencialidade.

A validade jurídica de um contrato eletrônico está condicionada à utilização de uma assinatura digital baseada em um certificado emitido por uma Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil. Isso confere ao documento eletrônico um alto grau de segurança, assegurando a identidade do signatário e a não alteração do conteúdo desde o momento da assinatura.

Além da questão das assinaturas digitais, a legislação brasileira também aborda a conservação dos contratos eletrônicos, exigindo que eles sejam mantidos em formato que permita a sua reprodução exata para futura referência legal ou verificação.

Na prática, a adoção de contratos eletrônicos traz diversas vantagens, como a redução de custos com impressão e armazenamento físico, maior rapidez na conclusão de negócios e a possibilidade de execução de contratos à distância, o que é particularmente relevante em um contexto de globalização e pandemias.

Contudo, é fundamental que as empresas se atentem às exigências legais e às melhores práticas na elaboração e gestão desses contratos, para evitar problemas jurídicos futuros. Isso inclui a escolha adequada da tecnologia de assinatura digital, a verificação da cadeia de certificação e a implementação de políticas de gestão documental.

No Escritório Guedes Advocacia, estamos atentos às tendências e inovações no campo do direito digital, oferecendo suporte jurídico especializado para empresas que buscam segurança e eficiência nas suas transações eletrônicas. A evolução dos contratos eletrônicos no Brasil é um caminho sem volta, e estar preparado é essencial para o sucesso empresarial.

Texto escrito por: Lucas Carini – Advogado OAB/RS 101.653

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Dado pessoal e dado pessoal sensível: entendendo as diferenças segundo a LGPD https://guedesadvocacia.com.br/dado-pessoal-e-dado-pessoal-sensivel-entendendo-as-diferencas-segundo-a-lgpd/ Mon, 23 Sep 2024 17:49:41 +0000 https://fillstarter.com.br/guedes/?p=5245 Hoje gostaria de abordar um tema muito relevante no mundo digital em que vivemos: a diferença entre dado pessoal e dado pessoal sensível, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Essa distinção é fundamental para garantir que as empresas comprem as normas protegidas e protejam a captura como informações dos titulares.

Dado Pessoal

A LGPD, em seu Artigo 5º, inciso I, define dado pessoal como “informação relacionada a pessoa natural identificada ou imune”. Em outras palavras, são informações que podem identificar ou tornar-se um indivíduo, como nome, endereço, CPF, telefone, e-mail, entre outros.

Dado Pessoal Sensível

Já o dado pessoal sensível é caracterizado pelo Artigo 5º, inciso II da LGPD como “dado pessoal sobre origem racial ou étnica, considerado religioso, opinião política, filiação ao sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural”.

Esses dados são considerados sensíveis devido ao potencial de identificação ou violação de direitos e liberdades fundamentais que podem causar se não forem tratados como taxa.

Distinção importante

A principal diferença entre dado pessoal e dado pessoal sensível está na natureza das informações. Enquanto o dado pessoal permite a identificação do indivíduo, o dado pessoal sensível está relacionado às características mais íntimas, que podem levar a consequências negativas se expostas ou proibidas.

Devido a essa distinção, a LGPD estabelece regras específicas para o tratamento de dados pessoais sensíveis, como a necessidade de consentimento explícito do titular (Artigo 11, inciso I) e adoção de medidas de segurança adequadas para garantir a proteção dessas informações (Artigo 46).

Para as empresas, é essencial conhecer e aplicar corretamente as definições e regras protegidas pela LGPD, garantindo, assim, a conformidade e a segurança das informações dos titulares.

Espero que este texto tenha esclarecido a diferença entre dado pessoal e dado pessoal sensível de acordo com a LGPD. Se você tiver dúvidas ou quiser compartilhar suas experiências, por favor, deixe um comentário. Vamos juntos construir um ambiente digital mais seguro e ético!

Texto escrito por: Lucas Carini | Advogado OAB/RS 101.653 – sócio do Escritório Guedes Advocacia

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Você e sua empresa sabem o que é preciso para adequarem-se a LGPD? https://guedesadvocacia.com.br/voce-e-sua-empresa-sabem-o-que-e-preciso-para-adequarem-se-a-lgpd/ Tue, 06 Oct 2020 14:25:10 +0000 https://guedes.sitedinamico.rs/?p=648 Com a Lei Geral Proteção de Dados, todas as empresas, que coletem e tratem dados pessoais no Brasil, terão que adequar-se à nova legislação.
Diante desse cenário, um grande desafio apresenta-se para as empresas, que além de medidas para contornar a crise causada pela pandemia do Corona vírus, terão agora que implementar esse novo projeto de adequação as exigências da lei.
Nesse aspecto é importante destacar que não basta apenas a construção diretrizes internas, ou a contratação de um software de gerenciamento, o investimento em tecnologia é importante para ajudar no processo de segurança da informação, todavia de nada adianta o melhor software se as pessoas envolvidas no processo não foram treinadas para operar. E no caso da Lei Geral de Proteção de Dados, mais que adequar-se a uma nova sistemática de trabalho, as empresas precisarão investir em uma mudança na cultura do tratamento de dados, essa quebra de paradigma.

Caso você e a sua empresa desejem saber o que é preciso para realizar essa mudança e como implementar uma nova conduta. Visando adequarem-se a LGPD estamos disponíveis para mais informações. Pelo e-mail [email protected]

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DANO MORAL SERVIDORES RS https://guedesadvocacia.com.br/dano-moral-servidores-rs/ Thu, 18 Apr 2019 20:14:39 +0000 https://guedes.sitedinamico.rs/?p=625 Servidores públicos do Estado Do Rio Grande do Sul, tem direito a entrar na justiça para requerer o pagamento de danos morais pelo parcelamento dos salários.

Em cessão realizada no dia 25 de março de 2019, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, decidiu nos seguintes termos “O parcelamento de salários de servidores estaduais em dissonância com a previsão do Art. 35 da Constituição Estadual enseja o pagamento, pelo Ente Público em favor do servidor, de indenização por danos morais aos quais se reconhece natureza in re ipsa”. Com o trânsito em julgado dessa decisão, por ser julgamento de Incidente de Uniformização, todas as demais ações que versarem sobre esse assunto deverão seguir a referida decisão.

Assim, todos os servidores públicos do Estado do Rio Grande do Sul, que tiveram parcelamento de salários, podem ingressar com ações individuais para pleitear o seu direito de receber a indenização por dano moral.

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Usucapião extrajudicial facilitará regularização de imóveis https://guedesadvocacia.com.br/usucapiao-extrajudicial-facilitara-regularizacao-de-imoveis/ Mon, 21 Mar 2016 16:03:24 +0000 http://www.guedesadvocacia.com.br/?p=340  

Um processo que levava anos para ser sentenciado pela justiça, agora poderá ser resolvido em poucos meses pelo cartório. Modalidade entrou em vigor dia 18 de março com o Novo Código de Processo Civil.

 

Entre as importantes inovações trazidas pelo novo Código de Processo Civil, que entrou em vigor na última sexta-feira, 18 de março, está a possibilidade de se realizar diretamente no Cartório de Registro de Imóveis o pedido de regularização das propriedades urbanas por usucapião. Pela antiga regra, o pedido era feito obrigatoriamente pela via judicial.

Assim como as escrituras de inventário e de divórcio, entre outros procedimentos que antes eram feitos somente pela via judicial, o processo administrativo do usucapião deve dar mais agilidade no andamento dos  processos, reduzir os custos e desafogar o judiciário.  A nova modalidade está prevista no artigo 1.071, editando o modelo de Usucapião Extrajudicial. De acordo com o advogado do escritório Guedes Advocacia, Rogério Guedes, de Passo Fundo (RS), a mudança beneficia famílias que moram em imóveis que possuam alguma irregularidade em relação à propriedade, que em sua maioria são pessoas de baixa renda que nunca formalizaram o registro da moradia. Segundo o Censo realizado pelo IBGE, em 2010 haviam mais de 1,6 mil domicílios irregulares. “A desjudicialização do procedimento cria um meio de acesso à Justiça de regularizar a propriedade do possuidor de boa-fé, sem a necessidade de entrar com uma ação judicial. No Código de Processo Civil de 1973 só era possível a utilizar desse procedimento nas vias judiciais, o que em média levava seis anos”, explica. A partir do registro do imóvel o proprietário poderá ter acesso, por exemplo, a financiamentos bancários.

Em Passo Fundo, o procedimento poderá ser realizado no Cartório de Registro de Imóveis, conforme explica  o Oficial Luiz Juarez Nogueira de Azevedo. “A regularização extrajudicial é aplicável a todas as espécies de usucapião, a exceção legal da regularização fundiária de interesse social, a qual tem procedimento específico. O tempo de posse varia entre  5 e 15 anos e deve ser ininterrupto”, comenta. Na opinião do Oficial, a nova modalidade de usucapião deve acelerar o tempo de regularização dos imóveis. “A usucapião extrajudicial tem por característica diferencial a celeridade, podendo se estimar um tempo aproximado de 90 a 120 dias, desde que preenchidos todos os requisitos”, ressalta.

Em caso de impugnação do pedido pelos titulares dos direitos reais do imóvel ou por interessados, independentemente ser for proprietário ou não, o processo será remetido para esfera judicial pelo Cartório. “Nesse caso, caberá ao requerente complementar a documentação conforme as exigências da esfera judicial”, acrescenta o advogado do escritório Guedes Advocacia, Franchesco Maraschin de Freitas.

Como solicitar:

Para ingressar com o pedido administrativo, o proprietário deve reunir os documentos e apresentá-los no cartório de registro de imóveis, com a presença de um advogado. O pedido dever ser fundamentado comprovando o tempo de posse bem como a ausência de ação reivindicando o imóvel.

Documentos necessários:

1. Ata notarial lavrada pelo tabelião com tempo de posse do imóvel;

2. Planta e memorial descritivo assinados por profissional habilitado;

3. Certidões negativas dos distribuidores do local do imóvel e do domicílio do requerente;

4. Justo título ou quaisquer outros documentos de comprovação;

5. Pagamento dos impostos e das taxas que incidirem sobre o imóvel, como início de prova material.

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